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Paróquia de Cavernães

Diocese de Viseu

Paróquia de Cavernães 

Eucaristia Dominical 09:00

* exceto festas 

 
História dos Párocos de Cavernães
  1. Padre António José Peres 1920-1921
  2. Padre Abel D'Abreu Vouguinha 1921-1925
  3. Padre Francisco Lopes D'Almeida Henriques 1925-1928
  4. Padre Amândio da Cunha Neto 1928-1928
  5. Padre Tomáz de Matos Gouveia 1928-1948
  6. Padre Samuel Rodrigues Ferreira da Cunha 1948-1958
  7. Padre Claudino Ribeiro Seara 1958-1958
  8. Padre Salomão Rodrigues da Cunha 1959-1999
  9. Padre Francisco de Oliveira1999-1999
  10. Padre José Francisco Cardoso Caldeira 1999-2013
  11. Padre Raimundo Elias Filho 2013-2018
  12. Padre Carlos Augusto Ferreira e Cunha 27/01/2019-hoje

CNE Escutismo Católico Português

Agrupamento 1235

Irmandade

Irmandade de Nossa Senhora da Vitória

Festas e respetivos lugares de Culto 

  1. Santa Luzia - Ermida
  2. Menino Jesus - Igreja Matriz
  3. São Sebastião - Igreja Matriz
  4. Jubileu da Irmandade - Igreja Matriz
  5. Senhor dos Aflitos - Cavernães
  6. Santo Isidoro - Igreja Matriz
  7. Santíssimo Sacramento - Igreja Matriz
  8. Sagrado Coração de Jesus - Igreja Matriz
  9. São José operário - Igreja Matriz
  10. Santa Bárbara - Igreja Matriz
  11. Santo António - Alvelos
  12. Nossa Senhora das Dores - Silvares
  13. Nossa Senhora da Boa Viagem - Cavernães
  14. Nossa Senhora do Bom Socesso - Alvelos
  15. Nossa Senhora da Vitória - Carragosela
  16. Nossa Senhoa da Cabeça - Passos
  17. São Mateus - Silvares
  18. Nossa Senhora do Rosário - Igreja Matriz
  19. Santa Iria - Passos

Orago da Paróquia de Cavernães

Santo Isidoro de Sevilha [04 de abril]

Doutor da Igreja, conhecido como o Santo Padroeiro da Internet, nasceu em Cartagena, Espanha, no ano de 560, e morreu no dia 4 de abril de 636, dia que se tornou comemorativo do santo. Filho de Severiano e Teodora, o seu irmão mais velho Leandro foi o seu predecessor na Sé de Sevilha enquanto o seu irmão Fulgêncio foi bispo de Astige. A sua irmã Florentina foi freira e geriu mais de 40 conventos e cerca de mil religiosas. Santo Isidoro estudou na escola da Catedral de Sevilha e, em pouco tempo, já dominava o latim, o grego e o hebraico. Santo Isidoro sucedeu a Leandro no arcebispado da Sé de Sevilha, numa época de grandes transformações e desagregação política. As instituições e a cultura romana estavam a desaparecer, substituídas pelo controlo político dos Godos, que dominavam a Espanha há dois séculos. Santo Isidoro contribuiu para que houvesse uma integração harmoniosa entre os vários povos da Península, utilizando todos os recursos religiosos e culturais que possuía. Os seus esforços foram coroados de sucesso, tendo o arianismo sido erradicado e a heresia de Acéfalo completamente abafada. Tal como o seu irmão, Santo Isidoro teve um papel preponderante nos Concílios de Toledo e Sevilha e na legislação visigótica emanada que influenciou positivamente os primórdios do governo representativo. No IV Concílio de Toledo, em 633, a intervenção de Santo Isidoro foi decisiva para a promulgação de um decreto que obrigava os bispados a manter escolas nas suas cidades catedrais, tal como acontecia em Sevilha. Esta iniciativa foi fulcral para combater a crescente influência da rudeza de costumes dos Godos. Foi instituído o estudo da língua grega e hebraica e encorajado o ensino das leis e da medicina. Muito antes de os árabes terem começado a apreciar a filosofia grega já Santo Isidoro tinha introduzido o estudo de Aristóteles na Península. Foi o primeiro escritor cristão a tentar a compilação de um sumário do conhecimento universal, uma enciclopédia que reuniu o conhecimento antigo e moderno, impedindo a perda de muitas partes dos conhecimentos clássicos. Considerado o último dos antigos Filósofos Clássicos, foi também o derradeiro Padre da Igreja, influenciando o ensino da Idade Média, Como escritor, foi extraordinariamente versátil e prolífero, utilizando um estilo simples e lúcido. Mais do que um autor original foi um grande compilador do conhecimento existente, sobretudo da literatura. As suas obras são consideradas como uma espécie de primeiro capítulo da literatura espanhola e entre as mais importantes contam-se as Etimologias, também chamadas de Origenes, divididas em 20 livros, que foram os livros de estudo mais utilizados na Idade Média. A sua reputação era tal que era preferido aos originais clássicos e nem no Renascimento a sua importância esmoreceu, tendo sido impresso dez vezes só entre 1470 e 1529. Mostrando um grande domínio dos poetas gregos e latinos, Santo Isidoro cita cerca de 150 autores cristãos e pagãos com um estilo surpreendentemente conciso e claro. Santo Isidoro foi também autor de uma outra obra intitulada Libri duo differentiarum e dividida em dois livros, De differentiis verborum, um dicionário de sinónimos, e De differentiis rerum, uma exposição de conceitos ascéticos e teológicos. Uma das obras mais conhecidas de Santo Isidoro durante a Idade Média foi um manual de física elementar, De natura rerum, que trata de astronomia, geografia e outros assuntos diversos. Sobre história e biografia escreveu Chronicon, uma crónica universal, Historia de regibus Gothorum, Wandalorum, et Suevorum, sobre os reis góticos e a influência das suas conquistas e governo na civilização da Ibéria, e De viris illustribus, uma biografia cristã. Dos seus muitos estudos teológicos e sobre as escrituras destaca-se a De fide catholica ex Veteri et Novo Testamento, contra Judaeos, um dos trabalhos mais conhecidos e aclamados de Santo Isidoro, traduzido na Idade Média para muitas das línguas vernáculas da época, abordando as profecias messiânicas e consistindo, no geral, num apelo à conversão dos judeus. o da Internet, nasceu em Cartagena, Espanha, no ano de 560, e morreu no dia 4 de abril de 636, dia que se tornou comemorativo do santo. Filho de Severiano e Teodora, o seu irmão mais velho Leandro foi o seu predecessor na Sé de Sevilha enquanto o seu irmão Fulgêncio foi bispo de Astige. A sua irmã Florentina foi freira e geriu mais de 40 conventos e cerca de mil religiosas. Santo Isidoro estudou na escola da Catedral de Sevilha e, em pouco tempo, já dominava o latim, o grego e o hebraico. Santo Isidoro sucedeu a Leandro no arcebispado da Sé de Sevilha, numa época de grandes transformações e desagregação política. As instituições e a cultura romana estavam a desaparecer, substituídas pelo controlo político dos Godos, que dominavam a Espanha há dois séculos. Santo Isidoro contribuiu para que houvesse uma integração harmoniosa entre os vários povos da Península, utilizando todos os recursos religiosos e culturais que possuía. Os seus esforços foram coroados de sucesso, tendo o arianismo sido erradicado e a heresia de Acéfalo completamente abafada. Tal como o seu irmão, Santo Isidoro teve um papel preponderante nos Concílios de Toledo e Sevilha e na legislação visigótica emanada que influenciou positivamente os primórdios do governo representativo. No IV Concílio de Toledo, em 633, a intervenção de Santo Isidoro foi decisiva para a promulgação de um decreto que obrigava os bispados a manter escolas nas suas cidades catedrais, tal como acontecia em Sevilha. Esta iniciativa foi fulcral para combater a crescente influência da rudeza de costumes dos Godos. Foi instituído o estudo da língua grega e hebraica e encorajado o ensino das leis e da medicina. Muito antes de os árabes terem começado a apreciar a filosofia grega já Santo Isidoro tinha introduzido o estudo de Aristóteles na Península. Foi o primeiro escritor cristão a tentar a compilação de um sumário do conhecimento universal, uma enciclopédia que reuniu o conhecimento antigo e moderno, impedindo a perda de muitas partes dos conhecimentos clássicos. Considerado o último dos antigos Filósofos Clássicos, foi também o derradeiro Padre da Igreja, influenciando o ensino da Idade Média, Como escritor, foi extraordinariamente versátil e prolífero, utilizando um estilo simples e lúcido. Mais do que um autor original foi um grande compilador do conhecimento existente, sobretudo da literatura. As suas obras são consideradas como uma espécie de primeiro capítulo da literatura espanhola e entre as mais importantes contam-se as Etimologias, também chamadas de Origenes, divididas em 20 livros, que foram os livros de estudo mais utilizados na Idade Média. A sua reputação era tal que era preferido aos originais clássicos e nem no Renascimento a sua importância esmoreceu, tendo sido impresso dez vezes só entre 1470 e 1529. Mostrando um grande domínio dos poetas gregos e latinos, Santo Isidoro cita cerca de 150 autores cristãos e pagãos com um estilo surpreendentemente conciso e claro. Santo Isidoro foi também autor de uma outra obra intitulada Libri duo differentiarum e dividida em dois livros, De differentiis verborum, um dicionário de sinónimos, e De differentiis rerum, uma exposição de conceitos ascéticos e teológicos. Uma das obras mais conhecidas de Santo Isidoro durante a Idade Média foi um manual de física elementar, De natura rerum, que trata de astronomia, geografia e outros assuntos diversos. Sobre história e biografia escreveu Chronicon, uma crónica universal, Historia de regibus Gothorum, Wandalorum, et Suevorum, sobre os reis góticos e a influência das suas conquistas e governo na civilização da Ibéria, e De viris illustribus, uma biografia cristã. Dos seus muitos estudos teológicos e sobre as escrituras destaca-se a De fide catholica ex Veteri et Novo Testamento, contra Judaeos, um dos trabalhos mais conhecidos e aclamados de Santo Isidoro, traduzido na Idade Média para muitas das línguas vernáculas da época, abordando as profecias messiânicas e consistindo, no geral, num apelo à conversão dos judeus.

Área da freguesia de Cavernães 14,13 km²

Número de habitantes da freguesia de Cavernães
1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011 2021
1157 1269 1236 1282 1329 1321 1498 1658 1667 1589 1609 1453 1259 1471 1348 1335