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Sociedade de São Vicente de Paulo
 
 
Princípios fundamentais da Sociedade de S. Vicente de Paulo
I - A Sociedade de S. Vicente de Paulo
  • 1. A Sociedade de S. Vicente de Paulo é uma organização católica internacional de leigos fundada em Paris, em 1833, por Frederico Ozanam e seus companheiros. Posta sob o patrocínio de S. Vicente de Paulo, inspira-se no seu pensamento e na sua obra, esforçando-se por aliviar aqueles que sofrem, em espírito de justiça e de caridade e por um compromisso pessoal.
  • 2. Fiel aos seus fundadores, tem a preocupação constante de se renovar e de se adapatar às condições mutáveis do mundo.
  • 3. De carácter católico, está aberta àqueles que querem viver a sua fé no amor e no serviço dos seus irmãos. Em alguns países, as circunstâncias podem levá-la a acolher cristãos de outras confissões (religiões) que adiram aos seus princípios.
  • 4. Nenhuma obra de caridade é estranha à Sociedade. A sua acção compreende todas as formas de ajuda por meio de um contacto pessoal, para alívio do sofrimento e promoção da dignidade e da integridade do homem. A Sociedade procura não só aliviar a miséria, mas também descobrir e solucionar as suas causas. A sua ajuda visa todos os homens, sem distinção de religião, opinião, cor, origem e casta.
  • 5. Os membros da Sociedade estão unidos entre si por um mesmo espírito de pobreza e de partilha. Formam no mundo, em conjunto com aqueles que são ajudados, uma única e mesma família.
II - A Espiritualidade Vicentina
  • Os vicentinos, pela oração, pela meditação da Escritura, e pela fidelidade ao ensinamento da Igreja, esforçam-se por ser testemunhas do amor de Cristo nas suas relações com os mais desfavorecidos, nos diversos aspectos da vida quotidiana.
III - A pobreza e o vicentino
  • "Pobres, sempre os haveis de ter convosco" (Mat. 26,11).
  • O vicentino está ao serviço dos Pobres. Não julga, está disponível.
IV - Organização da Sociedade de S. Vicente de Paulo
  • 1. Os vicentinos organizam-se em grupos tradicionalmente chamados "conferências".
  • 2. As conferências estão unidas entre si por Conselhos a nível local, regional, nacional e mundial.
  • 3. O sinal de unidade da Sociedade é a agregação das conferências e a instituição dos Conselhos, pronunciadas pelo Conselho Geral (Mundial)
V - Reuniões das Conferências
  • 1. As reuniões decorrem num espírito de fraternidade, de simplicidade e de alegria cristã.
  • 2. Permitem a partilha das experiências de cada um e dos problemas encontrados, com vista a alcançar a maneira de oferecer um melhor serviço.
  • 3. Este serviço da caridade insere-se na vida da Igreja e solicita a participação - o mais frequente possível - de um membro do Clero.
Ozanan